Fotos do show do Mucambo na "I Semana de Ciências Biológicas (SemcBio)", no Campus II da UNEB em Alagoinhas / BA no dia 26 de novembro de 2009.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
CD do Mucambo à venda em Macaúbas e região

O CD já pode ser encontrado nos seguintes comércios de Macaúbas:
Praça Imaculada Conceição - Centro
• Papelaria do Estudante
Rua Dr. Manoel Vitorino, 198 - Centro
Fone: (77) 3473-1473 / 3473-1695
• Galeria Renascença
Rua Martiniano de Souza, 01 - Centro
http://galeriarenascenca.blogspot.com/
• Bar do Neco
Rua César Zama, s/nº - Centro
• Mix Variedades
Rua Castro Alves, s/nº - Centro
• Padaria Madison & Jr
Av. Flores da Cunha, s/nº - Centro
O CD está a venda também nas cidades de:
Em Boquira:
• Papelaria do Estudante
Rua Oliveira dos Brejinhos, 135
Fone: (77) 3645-3060
Em Ibipitanga:
• Papelaria do Estudante
Rua Nova, 285
Fone: (77) 3674-2370
Em breve, o CD também estará disponível para compra através do nosso site.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O site do Mucambo

O endereço agora é www.bandamucambo.com. Para os nossos seguidores e os frequentadores que já estavam acostumados com o antigo endereço, não se preocupem, pois mesmo digitando o endereço antigo, você será redirecionado para o endereço atual.
E novidades sobre a banda sempre aparecem por aqui!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Show em Alagoinhas
E após um jejum sem apresentações, o Mucambo volta à ativa hoje. A banda se apresenta esta noite no Campus II da UNEB, em Alagoinhas / BA, participando da I Semana de Ciências Biológicas (SemcBio). O evento que teve início dia 23, tem como objetivo divulgar os trabalhos realizados pela UNEB na área.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Cúpula do Rock
Hoje tem Mucambo ao vivo
Depois de um período de recesso e projetos paralelos, o Mucambo volta hoje à ativa participando do evento Cúpula do Rock, que reúne as bandas de rock de Macaúbas. Com a participação do Hiker (rock/pop), Santo Narcótico (blues) e o Samsara (grunge), o Mucambo apresentará um repertório com suas músicas próprias e alguns covers, que deverão embalar o público presente.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Novo cartaz do Festival Jam Session
Visite o site do Festival Jam Session e vote no Mucambo
Foi divulgado hoje o novo cartaz do Festival Jam Session, da qual o Mucambo também está participando. Se você ainda não votou, passe por lá e deixe o seu voto!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
- Mucambo no Festival Jam Session -
Este é o primeiro festival de bandas realizado pela Crossroads, onde cada concorrente enviou seu material para que os internautas votem nas melhores. As 30 mais votadas serão selecionadas para se apresentarem no Crossroads bar entre os meses de junho e julho, onde na fase seguinte as bandas serão avaliadas novamente pelo público no local e por um júri profissional (e novamente os internautas) para selecionar as 5 bandas finalistas. O festival premiará as bandas vencedoras com produtos fornecidos por patrocinadores, datas para shows na casa, participação no programa "91 cena independente" da 91 Rock FM e a gravação de uma demo com 4 músicas.
Visite aqui o site do Festival Jam Session e vote no Mucambo!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Novas Mídias
Mucambo se espalhando pela internet
Antigamente, o pensamento de toda banda era faturar em cima da venda de CDs, promover e torcer pela sorte grande de alguma gravadora apadrinhar, mas esse modelo ganhou uma dúzia de interrogações depois que inventaram baixar álbuns e mp3 pela internet. No novo mundo da música, outras saídas estão sendo inventadas para que nem o músico seja prejudicado, nem o seu
público também. Considerando isso tudo, nós do Mucambo têmos investido do jeito que dá na propaganda virtual como forma de difundir o nosso som.
Uma saída promissora que encontramos recentemente foi o site ReverbNation, onde a banda monta o seu perfil (como acontece no MySpace), mas com algumas grandes vantagens como a de colocar ferramentas que possam ajudar no marketing da banda, o download remunerado para o artista, cada vez que alguém baixar a música, além da possibilidade da música da banda ser distribuída para grandes sites de compartilhamento de MP3, como o Itunes, por exemplo.

Uma saída promissora que encontramos recentemente foi o site ReverbNation, onde a banda monta o seu perfil (como acontece no MySpace), mas com algumas grandes vantagens como a de colocar ferramentas que possam ajudar no marketing da banda, o download remunerado para o artista, cada vez que alguém baixar a música, além da possibilidade da música da banda ser distribuída para grandes sites de compartilhamento de MP3, como o Itunes, por exemplo.
Também entramos no Trama Virtual, site da gravadora Trama montado como uma rede social onde cada banda coloca o seu perfil, mais ou menos como funciona o ReverbNation (inclusive tendo também o download remunerado). Agora só resta ver se a coisa engata!
E não esqueça: visite o Mucambo no Trama Virtual e no ReverbNation.
Leia mais sobre o ReverbNation no blog Música Líquida do cantor Leoni.
E não esqueça: visite o Mucambo no Trama Virtual e no ReverbNation.
Leia mais sobre o ReverbNation no blog Música Líquida do cantor Leoni.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Zé do Bar e os filósofos
Nos dias 10 e 17 de maio, os integrantes do Mucambo Helbert Santana, Edson Junior e Maurício Chaves entraram no estúdio em Oliveira dos Brejinhos (BA) para gravar o CD "Fazendo um som" da banda Zé do Bar e os Filósofos, um projeto paralelo com uma temática musical diferente.
A banda Zé do Bar e os Filósofos foi fundada em 2005 por Zé Neto (vocais) na cidade de São Tomé das Letras (MG). Com a ruptura da primeira formação, surgiu o convite aos músicos do Mucambo, amigos de longa data do vocalista, para participarem desta nova fase, que flerta com estilos como o blues, soul, samba, rock e maracatu.
Segundo o pessoal do Mucambo, essa experiência com o Zé do Bar e os Filósofos é muito valiosa já que cria um maior contato com outros estilos, o que consequentemente favorece o enriquecimento do som do Mucambo, dentro do seu próprio estilo, é claro.
Vejam as fotos da gravação:
Conheça o Zé do Bar e os Filósofos: no Palco MP3 e no MySpace.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Video - Bicho de Pé (ao vivo)

Composição: Helbert Santana (letra e música)
Álbum: "Olho Seco Sem Pena" (2008)
Caso não consiga assistir ao vídeo, clique aqui!
Letra - Zé Ninguém
Zé Ninguém
(Letra e Música: Maurício Chaves)
Eu venho lá do nordeste
Seguindo uma luz que me guia,
É a luz do espírito santo,
Será que ele trás alegria?
É a luz do menino santo
Que outrora vi anunciar,
Por entre caatingas e cantos,
Eu ei de proclamar.
Olha a pisadeira: “O meu sono se foi”.
Olha a pisadeira: “Que me veio acordar”.
É a chinela, é o chicote, é o acoite,
É o batuque dos homens de lá,
Sua fé no menino santo,
Sua riqueza veio proclamar
Sua fé no menino santo,
Sua riqueza veio proclamar
Montado no pequeno jumento,
Poeira afora, ei de levantar,
Com a fé nos meus olhos cinzentos,
A esperança ira me guiar.
Olha o boi, a peleja do homem,
É pontudo e vai lhe chifrar,
Alumia Espírito Santo,
Minhas preces irá me salvar.
Olha a pisadeira: “o meu sono se foi”
Olha a pisadeira: “que me veio acordar”
Sou guerreiro, sou homem do campo,
Boi bumbá não vai me derrubar,
Com o sorriso da Virgem Maria,
Meu caminho vai alumiar.
Com o sorriso da Virgem Maria,
Meu caminho vai alumiar.
Olha a pisadeira: “o meu sono se foi”
Olha a pisadeira: “que me veio acordar”.
(Letra e Música: Maurício Chaves)
Eu venho lá do nordeste
Seguindo uma luz que me guia,
É a luz do espírito santo,
Será que ele trás alegria?
É a luz do menino santo
Que outrora vi anunciar,
Por entre caatingas e cantos,
Eu ei de proclamar.
Olha a pisadeira: “O meu sono se foi”.
Olha a pisadeira: “Que me veio acordar”.
É a chinela, é o chicote, é o acoite,
É o batuque dos homens de lá,
Sua fé no menino santo,
Sua riqueza veio proclamar
Sua fé no menino santo,
Sua riqueza veio proclamar
Montado no pequeno jumento,
Poeira afora, ei de levantar,
Com a fé nos meus olhos cinzentos,
A esperança ira me guiar.
Olha o boi, a peleja do homem,
É pontudo e vai lhe chifrar,
Alumia Espírito Santo,
Minhas preces irá me salvar.
Olha a pisadeira: “o meu sono se foi”
Olha a pisadeira: “que me veio acordar”
Sou guerreiro, sou homem do campo,
Boi bumbá não vai me derrubar,
Com o sorriso da Virgem Maria,
Meu caminho vai alumiar.
Com o sorriso da Virgem Maria,
Meu caminho vai alumiar.
Olha a pisadeira: “o meu sono se foi”
Olha a pisadeira: “que me veio acordar”.
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Banda Mucambo
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12:50
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Letra - Vulto Sem Medo
Vulto Sem Medo
(Letra: Maurício Chaves; Música: Junior Figueiredo)
Senzala, seu grito ecoa
Ecoa entre os canaviais,
É martelo, é corrente, é chibata
É gente infeliz a chorar.
É o espelho polido com sangue
Em sua face se fez reluzir,
É a agonia do engenho gritando,
É a moléstia no corpo cansado.
Veja, a luz se alumiou,
O candeeiro se fez,
Em passos pro interior.
É o sujeito escapando a rezar
É o sorriso quebrado e sofrido
É o gemido dos versos sem graça
É a fumaça da brasa a implorar.
É o espanto do vulto sem medo
É o espanto que o medo criou
São mãos retalhadas, unidas
Feridas, pingando a sangrar.
Veja, a luz se alumiou,
A liberdade se viu
De andada pro interior.
É a face marcada e surrada
É seu filho, é seu neto, é o presente!
É a cultura, é senzala, é chibata
É pecado, é profano, é indigente.
É passado, é raiz arrancada
Bestial sentimento a dizer
É o mucambo caindo aos pedaços,
Em retalhos de carne de gente.
(Letra: Maurício Chaves; Música: Junior Figueiredo)
Senzala, seu grito ecoa
Ecoa entre os canaviais,
É martelo, é corrente, é chibata
É gente infeliz a chorar.
É o espelho polido com sangue
Em sua face se fez reluzir,
É a agonia do engenho gritando,
É a moléstia no corpo cansado.
Veja, a luz se alumiou,
O candeeiro se fez,
Em passos pro interior.
É o sujeito escapando a rezar
É o sorriso quebrado e sofrido
É o gemido dos versos sem graça
É a fumaça da brasa a implorar.
É o espanto do vulto sem medo
É o espanto que o medo criou
São mãos retalhadas, unidas
Feridas, pingando a sangrar.
Veja, a luz se alumiou,
A liberdade se viu
De andada pro interior.
É a face marcada e surrada
É seu filho, é seu neto, é o presente!
É a cultura, é senzala, é chibata
É pecado, é profano, é indigente.
É passado, é raiz arrancada
Bestial sentimento a dizer
É o mucambo caindo aos pedaços,
Em retalhos de carne de gente.
Letra - Sábado Nenhum
Sábado Nenhum
(Letra: Helbert Santana; Música: Mucambo)
Na pisada do santo, estandarte gritou.
É de barro o homem e seu pé desabou.
Carregado num berço, um olho velho a secar.
No seu dente de ouro um sorriso a roubar.
Descritas em palavras a sede do não ter
Josué põe em verbo, temos que acolher.
Que com a fome dá dó, não ter nem do que rir.
No futuro melhor nosso caos é aqui!
benelucidou
O Zélucidou
No sal que veste a terra, o sabor me dá dó,
Olha a sombra que o cerca, aceitar é pior.
A justiça desdita, no mais fraco faz valer.
Na balança da injúria, um nó cego atar.
A caatinga é dose, a sentença do irmão.
Vê o outro morrer sem sentir compaixão
Levando em sua veste, crua e seca a queimar.
Esperança em sua prece, terra de pão e mel.
benelucidou
Zélucidou
(Letra: Helbert Santana; Música: Mucambo)
Na pisada do santo, estandarte gritou.
É de barro o homem e seu pé desabou.
Carregado num berço, um olho velho a secar.
No seu dente de ouro um sorriso a roubar.
Descritas em palavras a sede do não ter
Josué põe em verbo, temos que acolher.
Que com a fome dá dó, não ter nem do que rir.
No futuro melhor nosso caos é aqui!
benelucidou
O Zélucidou
No sal que veste a terra, o sabor me dá dó,
Olha a sombra que o cerca, aceitar é pior.
A justiça desdita, no mais fraco faz valer.
Na balança da injúria, um nó cego atar.
A caatinga é dose, a sentença do irmão.
Vê o outro morrer sem sentir compaixão
Levando em sua veste, crua e seca a queimar.
Esperança em sua prece, terra de pão e mel.
benelucidou
Zélucidou
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Banda Mucambo
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12:43
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Letra - Sujeito Reflexivo
Sujeito Reflexivo
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Um povo desdentado por não ter do que rir,
Castigo no dizer que aceitar o seu destino
E com tapa nos olhos, um sentido acua.
Descendência com sangue, há de ver e não rir
E o machado é na lenha e urubu a voar
Esperando a carcaça no chão quente deitar.
E num quarto eu desfaço, língua deita sem dó
Laços feitos mal dados, mais de quarto eu bebi.
Num grito visionário trazido do dizer:
“Quem com o ferro fere, assim tem de sofrer.”
E sem prego na cruz, ninguém tem que pagar
E a sentença do justo é pensar que ele é.
Que por poucos trocados, entregou para ter
Liberdade num dorso, da agonia nos nervos
E na sobra do estrago, pensou em desistir.
Falou seco e dobrado, poeira vai subir.
Na dormência eu larguei minha cabeça para lá
Num batuque virei um estrago de faca.
Deu um grito reboa: “Lazeira, essa é da boa!”
E o couro vai comer no punhal a empunhar.
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Um povo desdentado por não ter do que rir,
Castigo no dizer que aceitar o seu destino
E com tapa nos olhos, um sentido acua.
Descendência com sangue, há de ver e não rir
E o machado é na lenha e urubu a voar
Esperando a carcaça no chão quente deitar.
E num quarto eu desfaço, língua deita sem dó
Laços feitos mal dados, mais de quarto eu bebi.
Num grito visionário trazido do dizer:
“Quem com o ferro fere, assim tem de sofrer.”
E sem prego na cruz, ninguém tem que pagar
E a sentença do justo é pensar que ele é.
Que por poucos trocados, entregou para ter
Liberdade num dorso, da agonia nos nervos
E na sobra do estrago, pensou em desistir.
Falou seco e dobrado, poeira vai subir.
Na dormência eu larguei minha cabeça para lá
Num batuque virei um estrago de faca.
Deu um grito reboa: “Lazeira, essa é da boa!”
E o couro vai comer no punhal a empunhar.
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Banda Mucambo
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12:39
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Letra - Samba da Agonia
Samba da Agonia
(Letra e Música: Maurício Chaves)
A vida na caatinga não é nada brincadeira.
Desde muito cedo, meu brinquedo era uma faca.
Lutando contra galhos de migalhas recortadas.
Samba de repente de repiques distorcidos.
Eu falei...
Eu danço no meio do terreiro,
Até meu sangue esfriar.
Meus olhos famintos com sono,
E a chibata vem me agraciar.
(2x) Eu falei!
A miséria bate a porta de imburana mal lavrada.
Um matuto com graveto, traça o rastro de sua morte.
No meio do caminho um calango corta o tempo.
O sangue se escorre em seus olhos tão pequenos.
Eu falei...
Pelourinho resiste cansado,
Cansado de me segurar.
Liberta esse verme pensante,
E os seus versos vêm anunciar.
(2x) Eu falei!
Eu falei
Eu danço no meio do terreiro,
Até meu sangue esfriar.
Meus olhos famintos com sono,
E a chibata vem me agraciar.
Pelourinho resiste cansado,
Cansado de me segurar.
Liberta esse verme pensante,
E os seus versos vêm anunciar.
(4x) Eu falei...
(Letra e Música: Maurício Chaves)
A vida na caatinga não é nada brincadeira.
Desde muito cedo, meu brinquedo era uma faca.
Lutando contra galhos de migalhas recortadas.
Samba de repente de repiques distorcidos.
Eu falei...
Eu danço no meio do terreiro,
Até meu sangue esfriar.
Meus olhos famintos com sono,
E a chibata vem me agraciar.
(2x) Eu falei!
A miséria bate a porta de imburana mal lavrada.
Um matuto com graveto, traça o rastro de sua morte.
No meio do caminho um calango corta o tempo.
O sangue se escorre em seus olhos tão pequenos.
Eu falei...
Pelourinho resiste cansado,
Cansado de me segurar.
Liberta esse verme pensante,
E os seus versos vêm anunciar.
(2x) Eu falei!
Eu falei
Eu danço no meio do terreiro,
Até meu sangue esfriar.
Meus olhos famintos com sono,
E a chibata vem me agraciar.
Pelourinho resiste cansado,
Cansado de me segurar.
Liberta esse verme pensante,
E os seus versos vêm anunciar.
(4x) Eu falei...
Letra - Provérbio de Capacete
Provérbio de Capacete
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Ainda com orvalho, o escravo, a cana se veio a roçar.
E moer a touceira rastada no braço, pois assim se fez
Com o azedo que escuma, escorrendo no rosto o suor vem nascer.
Lança ao morro à senzala, um passado sangrado, um quilombo ascendeu.
(2x)
O caldo da cachaça é garapa.
É cultura, a força da cachaça
É da cana, o caldo é garapa
pingo forte que pinga é cachaça
Mói o dente, ói a cana, ói a raiva apurar no caldo a ferver.
Coletivo é força, caminhar só não dá, arapuca cercou.
No seu berço de sangue, cultura retalhada assim se criou
E no passo marcado, cantado de dor na corrente a chiar.
Na aguardente, o suor e a semente bagaceira se viu.
Das gotas destiladas, cabeça amoitar fez assim a ferver.
Com um passo rasteiro pro quilombo guerreiro num esquivo subiu
Nem mais cria do nosso a canção da corrente vem mais entoar
(2x)
O caldo da cachaça é garapa.
E cultura, a força da cachaça
E da cana, o caldo é garapa
pingo forte que pinga é cachaça
Com as costas calejadas cabeças bradadas, para cima rumou
E acima, no alto se fez a muralha, dentre os grupos se viu.
O espírito valente, embriaga os sentidos da árvore do esquecer
E passado é vivido no baque conduzido, dando cria a morrer.
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Ainda com orvalho, o escravo, a cana se veio a roçar.
E moer a touceira rastada no braço, pois assim se fez
Com o azedo que escuma, escorrendo no rosto o suor vem nascer.
Lança ao morro à senzala, um passado sangrado, um quilombo ascendeu.
(2x)
O caldo da cachaça é garapa.
É cultura, a força da cachaça
É da cana, o caldo é garapa
pingo forte que pinga é cachaça
Mói o dente, ói a cana, ói a raiva apurar no caldo a ferver.
Coletivo é força, caminhar só não dá, arapuca cercou.
No seu berço de sangue, cultura retalhada assim se criou
E no passo marcado, cantado de dor na corrente a chiar.
Na aguardente, o suor e a semente bagaceira se viu.
Das gotas destiladas, cabeça amoitar fez assim a ferver.
Com um passo rasteiro pro quilombo guerreiro num esquivo subiu
Nem mais cria do nosso a canção da corrente vem mais entoar
(2x)
O caldo da cachaça é garapa.
E cultura, a força da cachaça
E da cana, o caldo é garapa
pingo forte que pinga é cachaça
Com as costas calejadas cabeças bradadas, para cima rumou
E acima, no alto se fez a muralha, dentre os grupos se viu.
O espírito valente, embriaga os sentidos da árvore do esquecer
E passado é vivido no baque conduzido, dando cria a morrer.
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12:27
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Letra - O Oco
O Oco
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Na cidade de santo de pau oco,
Quem tem muito, tem pouco
E quem não tem nem quer mais
E sentado eu fico,
Pois aqui nem um grito
Há de se escutar!
A carne calcinada,
Do homem não há mais nada,
Nesse chão vai brotar
Olha deus em teu bolso
E de bronze e de ouro
Vem nessa terra mandar
Nascer pobre é pouco
Para quem sente o gosto
Do Deus que escolheu
E viver é mentir
Se enganar para sorrir.
Isto aqui não é teu
E a sina não cega
Pois a corda só quebra
Na mão a calejar
E a fome do homem
Que aos poucos consome
O que Deus lhe deu
E na terra inerte
verde aqui até parece
Que não mais vai marcar
Mais o homem é forte
Braços tensos e fortes
Para luta vai rumar
Racha o chão seu batente
Sem poder rangir dentes
A falta lhe marcou
E a cria parente
Continua sem dente
E ao relento lançou
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Na cidade de santo de pau oco,
Quem tem muito, tem pouco
E quem não tem nem quer mais
E sentado eu fico,
Pois aqui nem um grito
Há de se escutar!
A carne calcinada,
Do homem não há mais nada,
Nesse chão vai brotar
Olha deus em teu bolso
E de bronze e de ouro
Vem nessa terra mandar
Nascer pobre é pouco
Para quem sente o gosto
Do Deus que escolheu
E viver é mentir
Se enganar para sorrir.
Isto aqui não é teu
E a sina não cega
Pois a corda só quebra
Na mão a calejar
E a fome do homem
Que aos poucos consome
O que Deus lhe deu
E na terra inerte
verde aqui até parece
Que não mais vai marcar
Mais o homem é forte
Braços tensos e fortes
Para luta vai rumar
Racha o chão seu batente
Sem poder rangir dentes
A falta lhe marcou
E a cria parente
Continua sem dente
E ao relento lançou
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Banda Mucambo
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12:17
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Letra - Lágrima do Verme
Lágrima do Verme
(Letra e Música: Maurício Chaves)
(Letra e Música: Maurício Chaves)
Desde muito cedo eu fui um feto mal amado.
Sina desgraçada na barriga de alguém.
Como um verme, eu fui caçado
Como um verme, resisti,
Como um verme, rastejei,
Como um verme, eu nasci.
Gerado em desconforto num ventre apodrecido
Arrancado a ferro e fogo, jogado ao chão.
Desde cedo, me rodeia
Desde cedo, me procura
Desde cedo eu sinto o gosto
Sinto raiva e amargura.
Trapos de uma vida recortadas em migalhas
Tantas faces distorcidas em espelhos que criei
O meu mundo foi bizarro, mais eu sei que me fez bem.
Em casulos andantes
Vermes pensantes
(Disseminados em milhões apenas tu floresceste, foste regado e cultivado em prantos, dispersado em sangue agora sois.)
Como um verme, eu fui caçado
Como um verme, resisti,
Como um verme, rastejei,
Como um verme, eu nasci.
Um trapo ambulante,
Cultura e hipocrisia,
Artes subornadas em notas dissonantes
Lágrimas lendárias, solitárias, errantes.
Brilho louco de diamante.
Desde cedo me rodeia
Desde cedo me procura
Desde cedo eu sinto o gosto,
Sinto raiva e amargura.
Sina desgraçada na barriga de alguém.
Como um verme, eu fui caçado
Como um verme, resisti,
Como um verme, rastejei,
Como um verme, eu nasci.
Gerado em desconforto num ventre apodrecido
Arrancado a ferro e fogo, jogado ao chão.
Desde cedo, me rodeia
Desde cedo, me procura
Desde cedo eu sinto o gosto
Sinto raiva e amargura.
Trapos de uma vida recortadas em migalhas
Tantas faces distorcidas em espelhos que criei
O meu mundo foi bizarro, mais eu sei que me fez bem.
Em casulos andantes
Vermes pensantes
(Disseminados em milhões apenas tu floresceste, foste regado e cultivado em prantos, dispersado em sangue agora sois.)
Como um verme, eu fui caçado
Como um verme, resisti,
Como um verme, rastejei,
Como um verme, eu nasci.
Um trapo ambulante,
Cultura e hipocrisia,
Artes subornadas em notas dissonantes
Lágrimas lendárias, solitárias, errantes.
Brilho louco de diamante.
Desde cedo me rodeia
Desde cedo me procura
Desde cedo eu sinto o gosto,
Sinto raiva e amargura.
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Banda Mucambo
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12:09
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Letra - Hímen
Hímen
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Crianças surgem em minha cabeça suja e áspera.
A espera de uma palavra, elas surgem!
Como posso, as poupo por nada
Como queimam em meu estômago, Como as quero.
Com o cheiro de sêmen. Venha me inquietar,
E dançaremos no fogo acompanhado à doses de álcool.
Venha com sua saliva uterina por canais inóspitos
De onde os quero, de onde nunca deveria ter saído.
Me julgaram! Crise existencial. Noz quebrada cercada de ossos
(4x) Noz quebrada cercada de ossos
Venha com sua saliva uterina por canais inóspitos
De onde os quero, de onde nunca deveria ter saído.
Me julgaram! Crise existencial. Noz quebrada cercada de ossos
(4x) Fundindo um sorriso hospedeiro de uma pedra.
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Crianças surgem em minha cabeça suja e áspera.
A espera de uma palavra, elas surgem!
Como posso, as poupo por nada
Como queimam em meu estômago, Como as quero.
Com o cheiro de sêmen. Venha me inquietar,
E dançaremos no fogo acompanhado à doses de álcool.
Venha com sua saliva uterina por canais inóspitos
De onde os quero, de onde nunca deveria ter saído.
Me julgaram! Crise existencial. Noz quebrada cercada de ossos
(4x) Noz quebrada cercada de ossos
Venha com sua saliva uterina por canais inóspitos
De onde os quero, de onde nunca deveria ter saído.
Me julgaram! Crise existencial. Noz quebrada cercada de ossos
(4x) Fundindo um sorriso hospedeiro de uma pedra.
Por:
Banda Mucambo
às
12:04
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Letra - Bicho de Pé
Bicho de Pé
(Letra e Música: Helbert Santana)
Vamos pegar a matula e sem rumo, sair por aí
Fazendo o ninho do outro como o que faz o quenquém
Comendo as crias maldita, que o mundo não veio a gorar.
Veio à tona lutar com a cólera que o tempo lhe amoitou
(4x) Quem o fez não o espera e com o bucho vazio, a esperança é menor
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Largando o couro da mão que a enxada me veio arrancar
Quero usar estas mesmas com uma foice no punho, com opinião
Contra infames, com dentes a rir e fazer o matuto chorar
E com o pé rachado andando sem rumo a procura de Deus
(4x) E criança de pé rachado, ainda que pobre de tu.
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Mas a sina não acaba com o pobre coitado rezando a andar,
Pois a carga é pesada, num sol a sereno um preá a se viu
Mas a faca que corta, mais tarde sem pressa, não mais vai cortar
E a prole sem graça e sem peito, nem mesmo mudança não quer
(4x) Antes fosse sem rumo que com um cabresto a foiçar minha visão.
Olha a caatinga!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
(Letra e Música: Helbert Santana)
Vamos pegar a matula e sem rumo, sair por aí
Fazendo o ninho do outro como o que faz o quenquém
Comendo as crias maldita, que o mundo não veio a gorar.
Veio à tona lutar com a cólera que o tempo lhe amoitou
(4x) Quem o fez não o espera e com o bucho vazio, a esperança é menor
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Largando o couro da mão que a enxada me veio arrancar
Quero usar estas mesmas com uma foice no punho, com opinião
Contra infames, com dentes a rir e fazer o matuto chorar
E com o pé rachado andando sem rumo a procura de Deus
(4x) E criança de pé rachado, ainda que pobre de tu.
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Mas a sina não acaba com o pobre coitado rezando a andar,
Pois a carga é pesada, num sol a sereno um preá a se viu
Mas a faca que corta, mais tarde sem pressa, não mais vai cortar
E a prole sem graça e sem peito, nem mesmo mudança não quer
(4x) Antes fosse sem rumo que com um cabresto a foiçar minha visão.
Olha a caatinga!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe). Tão pobre de tu!
Quem o acha coitado (criança de barro é a mãe).
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Banda Mucambo
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11:54
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Letra - Batalha de São Pedro com Zé Lúcido
Batalha de São Pedro com Zé Lúcido
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Esperança é olhar e ver nada a vingar e se acaso chover o rebento aflorar.
Não é praga nem sina, olha o que nos ensina, pois a cova que abre é gente lá de cima.
Como um ramo de arruda na reza a secar na lagoa rachada, onde há gado a morrer.
Urubu avoou no seu céu a entoar o seu canto de fome, anunciando o pior.
(2x) Anunciando o pior
(3x) Urubu já deu fim
(4x) Na seca quem cospe tá sujeito a morrer!
Olho seco, sem pena, vendo um corpo em pena avoando em volta do resto a tombar.
Esperando é sentença, na caatinga é assim: morreu cedo sem cova, urubu vai dar fim.
Nessa terra de sobra, a fartura é esmola, sete palmos isso é coisa que não há sobra.
E se acaso passar e um rebento não ver, pois a terra aqui come quem não tem o que comer.
(2x) Quem não tem o que comer
(3x) Urubu já deu fim
(4x) Na seca quem cospe tá sujeito a morrer
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Esperança é olhar e ver nada a vingar e se acaso chover o rebento aflorar.
Não é praga nem sina, olha o que nos ensina, pois a cova que abre é gente lá de cima.
Como um ramo de arruda na reza a secar na lagoa rachada, onde há gado a morrer.
Urubu avoou no seu céu a entoar o seu canto de fome, anunciando o pior.
(2x) Anunciando o pior
(3x) Urubu já deu fim
(4x) Na seca quem cospe tá sujeito a morrer!
Olho seco, sem pena, vendo um corpo em pena avoando em volta do resto a tombar.
Esperando é sentença, na caatinga é assim: morreu cedo sem cova, urubu vai dar fim.
Nessa terra de sobra, a fartura é esmola, sete palmos isso é coisa que não há sobra.
E se acaso passar e um rebento não ver, pois a terra aqui come quem não tem o que comer.
(2x) Quem não tem o que comer
(3x) Urubu já deu fim
(4x) Na seca quem cospe tá sujeito a morrer
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Banda Mucambo
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14:54
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Letra - Barriga d'água
Barriga d’água
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Oi menino buchudo d’água barrenta,
Deixe essa lata de lado e se arrebenta
E a chinela a açoitar, ói! Na sombra se vê é calango
Sem perder o compasso, no carrasco tão pouco se vê!
(3x) É a batida do bucho a espera do que saciar.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha /eu cai na caatinga.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha / a volante espreitou.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / arma branca na mão da barriga a roer.
Ao cuspir nesta prece sem merce se vê Lampião
E a luz que o mesmo remete tão longe se vê
É bandido, é mocinho, olha a sombra que nele se fez
Não é pai, não é mãe, é a tormenta a bater e a coronha a roer.
Não é pai, não é mãe, é a coronha a bater.
Não é pai, não é mãe, é a tormenta a roer.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha /eu cai na caatinga.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha / a volante espreitou.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / arma branca na mão da barriga a roer.
Ói fumaça! olha é fogo e a desgraça no passo a chegar
Sem bater na sua porta o menino buchudo bradou
E o seu o filho sem dente sorrindo tão pouco se vê,
Pois barriga vazia a quem queira mudar, a quem queira lutar
O homem é feito criança, o passado também.
O homem é feito criança, o passado também.
O homem é feito criança, o passado também.
(Letra: Helbert Santana; Música: Junior Figueiredo)
Oi menino buchudo d’água barrenta,
Deixe essa lata de lado e se arrebenta
E a chinela a açoitar, ói! Na sombra se vê é calango
Sem perder o compasso, no carrasco tão pouco se vê!
(3x) É a batida do bucho a espera do que saciar.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha /eu cai na caatinga.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha / a volante espreitou.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / arma branca na mão da barriga a roer.
Ao cuspir nesta prece sem merce se vê Lampião
E a luz que o mesmo remete tão longe se vê
É bandido, é mocinho, olha a sombra que nele se fez
Não é pai, não é mãe, é a tormenta a bater e a coronha a roer.
Não é pai, não é mãe, é a coronha a bater.
Não é pai, não é mãe, é a tormenta a roer.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha /eu cai na caatinga.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / Espoleta na agulha / a volante espreitou.
Olha a cabra! Olha é cega! Olha eu pago para ver / arma branca na mão da barriga a roer.
Ói fumaça! olha é fogo e a desgraça no passo a chegar
Sem bater na sua porta o menino buchudo bradou
E o seu o filho sem dente sorrindo tão pouco se vê,
Pois barriga vazia a quem queira mudar, a quem queira lutar
O homem é feito criança, o passado também.
O homem é feito criança, o passado também.
O homem é feito criança, o passado também.
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Banda Mucambo
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terça-feira, 7 de abril de 2009
Discografia:
- produção independente -
Disco demo para divulgação
- produção independente -
Gravado no estúdio Submarino em Salvador (BA) em maio de 2008
Participações Especiais:
• Dão DP (Zabumba em "Bicho de Pé", "Samba da Agonia" e "Zé Ninguém")
• Marcos Di Caprio (Guitarra solo em "Sujeito Reflexivo")
Faixas:
01 - Bicho de Pé
02 - Hímen
03 - Sábado Nenhum
04 - Barriga D'Água
05 - Samba da Agonia
06 - O Oco
07 - Batalha de São Pedro com Zé Lúcido
08 - Lágrima do Verme
09 - Zé Ninguém
10 - Sujeito Reflexivo
11 - Vulto Sem Medo
12 - Provérbio de Capacete
Por:
Banda Mucambo
às
12:45
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terça-feira, 31 de março de 2009
Música "Sábado Nenhum"
Música "Sujeito Reflexivo"
Música "Bicho de Pé"
Video - Bicho de Pé
Video da música "Bicho de Pé" do CD "Olho Seco Sem Pena"
Composição: Helbert Santana (letra e música)
Caso não consiga assistir, clique aqui!
Composição: Helbert Santana (letra e música)
Caso não consiga assistir, clique aqui!
Música "Hímen"
Vídeo no Estúdio
Gravação do CD Olhos Seco Sem Pena
Vídeo feito no Estúdio Submarino em Salvador:
Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!
Vídeo feito no Estúdio Submarino em Salvador:
Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!
Música "Samba da Agonia"
Downloads:
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Contatos:
Para contratar o Mucambo ligue para:
- (77) 9962-9397 (c/ Junior)
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- (77) 8832-0861 (c/ Mykelle)
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